O “meu” Azenhas do Neiva e fotos
09 Jul 2007
Ontem participei no raid BTT “Azenhas do Neiva” de que já aqui falei.
Foi um passeio durinho, mas muito, muito agradável, mas vamos aos pormenores.
À chegada, fomos recebidos com indicações para um parque de estacionamento improvisado, com capacidade mais do que suficiente. Ainda por cima, a cerca de 100 metros do local da partida e do secretariado. Arranjei um lugar para o carro e fui tratar da parte “burocrática” do passeio. No secretariado, não havia filas, pelo que foi receber o dorsal e voltar para o carro para preparar tudo – montar a bicicleta, acabar de me equipar, enfim, o habitual nestas ocasiões.
Partimos em direcção ao Rio Neiva, o elemento central do passeio, para atravessar logo uma ponte de pedra, onde só podia passar um participante de cada vez.
Depois de atravessarmos, seguimos por um curto single track que ligava a um estradão, quase sempre nas margens do Rio Neiva.
Uma vez que nesta margem já não havia mais nada à beira-rio, nova travessia, noutra ponte de pedra:
Depois veio a parte mais “aborrecida” do passeio, pelo menos na minha opinião. Seguimos em direcção à foz por um singletrack sem nenhuma dificuldade técnica e depois apanhamos uns caminhos forrados a areia. Muito esforço para pouco gozo.
Até que finalmente se começou a subir, e de que maneira. Em meia duzia de kilometros, inversamente proporcionais ao tempo necessário para os fazer, subiu-se até termos estas magníficas vistas:
Depois do esforço da subida, tivemos um merecido reforço alimentar: fruta, pão com chouriço, água e chá gelado (que não estava muito gelado, nem era possível estar…) .
Como tudo o que sobe, também tem que descer, depararam-se-nos dois single-tracks espetaculares, dos quais não tenho fotos porque estava ocupado a desfrutar as descidas
Depois de descer, voltamos a depararmo-nos com o rio Neiva, que voltamos a acompanhar em single tracks e a atravessar em pontes que utilizavam a”tecnologia” mais diversa…
A última subida, já com cheiro a fim, serviu para drenar as (poucas) forças que ainda restavam. Como podem ver, não era o único nesta situação.
Depois de escalar esta parede, rolou-se até à meta, onde homens e máquinas puderam descansar e refrescar. Eu ainda tive a surpresa de ter a mulher e as filhas à espera…
Uma palavra final para a marcação do percurso: só um cego é que se conseguia perder dada a profusão de marcações existentes – excelente. Fiquei cliente do “Azenhas do Neiva” e já estou em contagem decrescente para a edição do próximo ano.

09 Jul 2007 at 20:30
Bela reportagem. Gostei das fotos, pode ser que um dia ainda nos juntamos para dar ai uma volta.
QD quiserem vir a Pombal já sabem…
Abraço,
Mário
10 Jul 2007 at 21:24
Grandes fotos. Mostram bem a beleza do percurso.
Rui
11 Jul 2007 at 17:59
O passeio parece que foi muito fixe, pena não ter ido, mas outros passeios vão haver depois nos encontramos-nos num.
Abraços Toni
11 Jul 2007 at 21:36
Bela reportagem. Também gostei muito do passeio e achei que estava muito bem organizado, o percurso era fantástico tal como provam as fotos.
Um abraço.
18 Jul 2007 at 13:58
Parabéns pela reportagem e pelas fotos espectaculares, tal como o passeio. Eu também lá estive mas esqueci-me da máquina fotográfica e por isso a minha reportagem ficou bem mais modesta (http://www.helderrodrigues.com/2007/07/09/azenhas-do-neiva/). Para o ano lá estaremos de novo. 1 abraço e boas pedaladas.